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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Doudou, o Salvador da Pátria!



Tenho-me debatido com uma questão " de fundo" que me tem dado a volta a cabeça...
O Martim habituou-se a dormir de barriga para baixo (chegava a dormir já 9 horas) , depois de ter sido expressamente proíbido pela Pediatra, a dificuldade em atinar com a posição tem-me dado noites e noites sem dormir!
Ele adormece ao meu colo, mas sempre que o cou colocar para dormir sozinho acorda, ou não dura 5 minutos... estão a imaginar o filme?
Ontem em conversa com a Ana, desabafava o quanto ando desgastada por toda esta situação, e mesmo ele que não dorme seguramente com a tranquilidade necessária...
Eis que se não quando, ela me diz que a futura educadora da Joaninha lhe tinha ensinado um truque!
Sem hesitar experimentei, e aparentemente: RESULTA!!!
Pois bem, quando o deito aninho-o a um peluche, por forma a que se sinta acompanhado e seguro... e não é que ele o agarra mesmo?!? O peluche coloquei em contacto com a minha pele para ter o meu cheiro, e parece surtir efeito!
Estou felicissima!
Obrigada Ana!
E viva o Doudou, o Salvador da Pátria!
(O Doudou foi oferecido no Babyshower do Martim, pela Sónia, é um fantoche-leãozinho com a sua cria! ;) )

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Viva os Cueiros!

NOVA YORK (Reuters Health) - A adoção da antiga prática de enrolar bebês em cueiros pode ajudá-los a dormir melhor, indica uma nova pesquisa.
Claudia M. Gerard e colegas da Universidade de Washington, em St. Louis, Missouri, descobriram que, quando envoltos em cueiros, os recém-nascidos estavam menos propensos a suspirar ou se assustar enquanto dormiam. Além disso, os bebês estavam menos inclinados a acordar durante períodos de sono profundo.
A prática de enrolar bebês em cueiros era usada quase que universalmente antes do século 18, com base na crença de que ela melhora o sono dos bebês. No entanto, estudos recentes indicam que a prática pode levar a problemas respiratórios e até à morte devido à pressão dos cueiros contra a parede do tórax dos bebês.
Também há temores de que a prática possa causar problemas no desenvolvimento das juntas do quadril ou levar a um superaquecimento.
Gerard e sua equipe ressaltaram, no entanto, que além do melhor sono a prática pode ajudar a manter os bebês de barriga para cima, o que especialistas recomendam para reduzir o risco da morte infantil súbita, ou Sids, na sigla em inglês.
"Uma forma segura de envolver o bebê em cueiros, que não restrinja o movimento do quadril ou da parede do tórax nem limite a respiração", pode ajudar a prevenir a morte súbitas ao promover o sono do bebê de barriga para cima, disse a equipe na edição online de dezembro da revista Pediatrics.
Os pesquisadores acompanharam 26 bebês durante três meses durante o sono normal. Cada recém-nascido foi observado enquanto dormia livre e quando enrolado em um saco ajustável e elástico de algodão, com a cabeça descoberta.
Eles verificaram que, quando os bebês eram enrolados em cueiros, estavam menos propensos a abrir os olhos ou chorar durante um estágio profundo do sono. A prática não alterou a frequência com que os bebês se movimentavam durante o estágio ativo do sono, durante o qual apresenta movimento rápido dos olhos. Mas os recém-nascidos conseguiram voltar a dormir por conta própria melhor durante o sono ativo quando enrolados do que quando livres.
A prática vem sendo usada há séculos, mas a equipe ressaltou que não se sabe ao certo como ela ajuda os bebês a relaxar durante o sono.
O Martim adora que o enrole na mantinha... deve-se lembrar do útero! ;)

sábado, 16 de maio de 2009

Martim!

De acordo com este site, o Martim será assim!
Nada mau!;)
Mas seja como for,quero é que seja cheio de saúde e muitooooo feliz!
(conversa à cota, dah!)
Eu tenho quase a certeza que vai ser um morenaço,mas...Aqui fica:



segunda-feira, 6 de abril de 2009

Chucha: Sim ou Não

Os bebés não gostam da chucha.
É difícil de acreditar que um bebé nasça a gostar de ter na boca um objecto de borracha, frio e pouco maleável. No mundo perfeito dos bebés a mama da mãe estaria sempre disponível e os bebés seriam felizes a dobrar: teriam comida 'a la carte' e afecto à discrição. Mas, no mundo ideal dos adultos, as mães não podem ser apenas uma mama gigante. Resta aos recém-nascidos contentarem-se com uma imitação.
O reflexo da sucção é algo inato e muitos bebés já chucham no dedo dentro na barriga da mãe. Cá fora, basta tocar-lhes na boca ou na bochecha para que, imediatamente, se transformem em 'peixinhos dentro de água', abrindo e fechando a boca em movimentos contínuos. À falta de melhor, os recém-nascidos começam a levar os dedos à boca, uma acção que, de início, pode revelar-se complicada para quem mal controla os movimentos das mãos. Por isso, a maior parte dos bebés aceita de bom grado quando os pais lhe oferecem a chupeta. Finalmente têm algo para satisfazer o seu reflexo instintivo. Os pais respiram de alívio porque, finalmente, vêem o seu filho quieto e calado. Outros bebés, mais determinados, recusam a chucha enquanto podem. Mas os pais, também obstinados, experimentam todas as formas e feitios até acabarem por convencer os seus filhos de que precisam mesmo da chupeta.
Isso mesmo testemunha Elisabete Santos, enfermeira especialista em saúde materna e formadora em aleitamento materno no Hospital Garcia de Orta. «A primeira vez que se dá uma chupeta ao bebé, ele cospe-a imediatamente, porque é algo que não lhe pertence. Mas os pais insistem e acaba por vencer o mais forte.»
Hospitais livres de chuchas Na maternidade do Garcia de Orta, tal como em todos os Hospitais Amigos dos Bebés, não entram chuchas. Esta é uma das medidas indicadas pela OMS/UNICEF para que se considere que um hospital tem uma prática de protecção do aleitamento materno.
Segundo vários estudos, os bebés que começam a usar chupeta logo à nascença têm tendência para mamar menos. Isto acontece porque a chupeta e a mama exigem modos de sucção diferentes. Assim, se um bebé se habitua a chuchar na chupeta pode atrapalhar-se quando tem a mama na boca e, por isso, não conseguir retirar o leite. Por outro lado, um bebé que está sempre com a chupeta na boca está tão entretido que pede mama menos vezes. Apesar de no Garcia de Orta não existirem chupetas, muitos pais chegam à maternidade apetrechados com vários modelos. «Se os pais trouxerem uma chupeta, dizemos-lhes os possíveis efeitos da sua introdução precoce. Mas não proibimos. Ensinamos, aconselhamos e orientamos. Os pais, depois, tomam as suas decisões», conta Elisabete Santos, explicando que a maior parte dos pais entende e aceita o conselho dos enfermeiros. Pelo menos enquanto estão na maternidade.
Em casa, não haverá pai ou mãe que resista à tentação de oferecer uma chucha ao bebé, na esperança de o sossegar. «A chupeta tranquiliza o bebé e, por isso, serve de tranquilizante para os pais. Numa fase de iniciação é a forma mais fácil de acalmar o bebé. Mas deve ser utilizada como último recurso», afirma.
No Garcia de Orta, os enfermeiros ensinam os pais a interpretar os diferentes tipos de choro do bebé - fome, colo, frio ou calor, etc. - e a agir conforme a situação. A chucha, obviamente, não está indicada para resolver nenhum tipo de choro.
«A chupeta deve ser reservada para o vértice da pirâmide», escreve o pediatra Mário Cordeiro no «O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros). «Se um bebé chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou colmatar a resolução do problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista», critica, provocando os pais que insistem no consolo de borracha: «Idealmente as chuchas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Se calhar quem deveria até ter uma chupeta eram os pais!» Chucha ou dedo, a eterna questão Apesar de não ser contra a chupeta, Berry Brazelton, guru da pediatria, prefere a solução «chuchar no dedo», por ser mais prática, tanto para os pais como para o bebé. «Alguns bebés precisam mesmo da chucha para sossegar. São crianças que não conseguem ou não gostam de chuchar no dedo. Mas isso seria preferível, já que o dedo está sempre a jeito! Muitos bebés necessitam de algo que os ajude a relaxar. Quando conseguem esse auto-conforto, tornam-se mais fáceis de criar», escreve no «O Grande Livro da Criança» (Editorial Presença).
Esta alternativa, segundo o pediatra, acaba também por facilitar a vida aos pais, já que não têm de estar sempre com a preocupação de colocar a chupeta na boca do bebé (principalmente durante a noite), uma vez que ele aprende a auto-consolar-se. «O polegar está sempre disponível», sublinha.
Opinião diferente tem Rosa Gouveia, presidente da secção de Pediatria do Desenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Pediatria: «Quando os bebés não têm chupeta, chucham no dedo, o que é prejudicial para o desenvolvimento dos seus maxilares, levando a uma má oclusão dentária. Para além disso, é mais fácil usar a chucha só para dormir e, mais tarde, deixar a chucha, do que deixar o dedo». Num ponto todos os especialistas parecem estar de acordo: bebés constantemente de chupeta na boca, à semelhança da Maggie Simpson, só devem mesmo existir em desenhos-animados. «As chuchas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como 'olha' para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar a chupeta ou, se ele a tiver na boca dever-se-á retirá-la. A chupeta deve ser, realmente, o último recurso», afirma Mário Cordeiro. Para Rosa Gouveia, a chupeta pode ser útil para o bebé «dormir e adquirir autonomia relativamente ao sono e em situações de irritabilidade». No entanto, a pediatra lembra que, «embora tenha vantagem para o bebé, pelo papel calmante de sucção, a chupeta não substitui o papel dos pais».
Mais crítica ainda, Elisabete Santos põe em causa a utilidade de algo que é «contra-natura» para o bebé. «Será mesmo que precisam da chucha?», questiona. E quando os pais lhe fazem a mesma pergunta, a resposta, em jeito de brincadeira, já está estudada: «Se os bebés precisassem mesmo de chucha, já nasciam com ela.»
A favor: . Reduz o risco de morte súbita. Vários estudos relacionaram o uso de chupeta para dormir com uma diminuição do risco de morte súbita nos bebés. . Acalma. A chucha acalma o bebé nas situações em que os pais não podem responder imediatamente. . Induz o sono. O movimento de sucção ajuda o bebé a adormecer mais rapidamente.
Contra: . Favorece o aparecimento de otites. Estudos recentes demonstraram que as otites do ouvido médio são mais frequentes nos bebés que usam chupeta continuamente. . Pode atrasar o desenvolvimento da linguagem. Um bebé que está sempre com a chucha na boca vocaliza e palra menos. A partir dos 12 meses, se a criança continua a ter sempre a chupeta na boca, poderá ter mais dificuldade na aquisição da linguagem. . Provoca dependência. São bem conhecidos os dramas vividos por pais e crianças na altura de dizer adeus à chupeta. . Pode provocar deformação dentária. O risco aumenta se o hábito se prolongar para além dos 2 anos. . Interfere com a amamentação.
Truques para deixar a chupeta: Tente que a criança comece a usar a chupeta apenas para adormecer, reduzindo aos poucos a dependência. . Comece a preparar psicologicamente a criança para o adeus à chucha. Diga-lhe que já está a ficar crescida e que, por isso, já não precisa. Evite frases do género: «Ainda usas chupeta, és mesmo bebé». . Use a chupeta como moeda de troca para aquele brinquedo que o seu filho lhe anda a pedir

domingo, 5 de abril de 2009

Finalmente: O Quarto do Princípe! :)













Para satisfazer a curiosidade da maioria das Tias!
A ter em atenção:
-As fotos tornam as cores bastante mais escuras do que são na realidade.
-O papel de parede é azul, verde, branco e prata (apesar de parecerem outras cores)
-Ainda faltam alguns apontamentos: os estores,o trocador (ando à procura de um liso azul!), o cestinho dos produtos de higiéne, entre outras coisinhas!
Gostam?

terça-feira, 3 de março de 2009

Primeiros movimentos do Martim


De há uma semana para cá, tenho sentido , ainda que de uma forma pouco sistematizada, uma espécie de moinha (cólica) e ao mesmo tempo um vácuo na barriga... duram poucos segundos e passam quase que instantaneamente...
É uma sensação, como que de borboletas a esvoaçarem na barriga, e ao mesmo tempo devem ter alguma coisa que vibra! :)
Pelo que tenho lido, és tu ,pestinha, a mexer! :)
Ainda não sei identificar claramente quando isto acontece, mas lá que tem acontecido e cada vez mais frequentemente, é um facto!
É agora que digo: Adeus descanso?!? ;)
Não sei.
Mas, é com certeza, agora que digo: Já sinto o meu filho mexer e crescer dentro de mim...
E, não deve haver nada mais mágico!

Um must

Mais uma dica da Carolina!
Vale a pena espreitar...
Explica o conceito dos baby Slings, bem como os sitios de venda autorizada em Portugal.
Aproveitem para ver também os padrões, as formas correctas de utilizar e os preços... ;)
Gracias Priminha! ;)

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Decoupage & Afins

Carissimas(os);
Agradecia que me facultassem contactos ou bloggs de confiança de quem trabalhe em decoupage e Afins...
Quero mandar fazer umas fraldinhas e outros items com motivos giros e personalizadas...
Já tenho imensas ideias, falta mesmo quem as realize... infelizmente trabalhos manuais não são o meu forte!:(
Gracias

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

And the name is...

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scraps para orkut


MARTIM

6 meses de Chorinho


Dos 0 aos 6 meses: Choro do bebé
Damos-lhe sete razões porque chora o seu bebé. Saiba acalma-lo.
Os bebés choram. Não há como evitá-lo – é uma das formas que têm para comunicar. Como o seu bebé não lhe consegue dizer simplesmente o que quer, é possível que fique preocupada e se pergunte “Como vou eu saber o que quer?”. No início pode ser difícil, mas uma grande parte do trabalho dos pais funciona em regime de tentativa e erro, pelo que não tardará a conseguir prever as suas necessidades, interpretar os sinais e secar as suas lágrimas. Veja aqui as razões mais comuns para o choro do bebé. Se o seu pequenino não parar de se queixar, percorra esta lista e é muito provável que encontre alguma dica que a ajudará.
Como posso saber por que razão o bebé está a chorar?
Tem fome
Quando aprender a reconhecer os sinais de que o bebé quer comer – fica agitado, faz ruídos e
procura a mama quando o pega ao colo – será especialista em dar-lhe de comer antes sequer de ele começar a chorar a sério. Até lá, é boa ideia começar por ver se tem fome quando começa a chorar. Dar-lhe de comer pode não parar o choro de imediato, mas deixe-o continuar se ele assim o desejar. Quando tiver o estômago cheio, ele pára.
Tem a fralda suja
Alguns bebés dão imediatamente a entender quando precisam de
mudar a fralda. Outros não se importam de ter a fralda suja – é quentinha e confortável. (Os pais ficam muitas vezes surpreendidos quando pegam na criança e descobrem que tem estado sentada em cima de uma fralda suja e que não deram o mínimo sinal.) De qualquer modo, é fácil de verificar e solucionar.

Tem demasiado frio ou calor
Os recém-nascidos gostam de ser embrulhados e ficar quentinhos. (Geralmente, para se sentirem confortáveis, precisam de mais uma camada do que um adulto.) Por isso, se tiver frio, por exemplo, quando tira a roupa para mudar a fralda, o bebé irá manifestar o desconforto começando a chorar. Irá aprender a mudar rapidamente a fralda e a vestir logo o bebé. Cuidado para não vestir demasiada roupa, já que é menos provável que se queixe de ter demasiado calor e não irá certamente chorar com o mesmo vigor.

Quer colo
Os bebés precisam de muitos mimos. Gostam de ver as caras dos pais, ouvir as suas vozes e o bater do seu coração, e conseguem mesmo detectar o seu cheiro característico (especialmente o do leite da mãe). Depois de mamarem, arrotarem e de terem uma fralda limpa, tudo o que os bebés querem é colo. Poderá recear estar a “mimar demasiado” o bebé se lhe pegar muito ao colo mas, nas primeiras semanas de vida, isso é impossível. A necessidade de colo varia muito de bebé para bebé. Alguns requerem muita atenção, enquanto outros conseguem passar grandes períodos de tempo calmamente sentados sozinhos. Se o seu bebé gosta de muita atenção, pegue-o ao colo, transporte-o num porta-bebé ou coloque-o ao seu lado.

Já não aguenta mais
Embora os recém-nascidos necessitem de muita atenção para se desenvolverem, também podem ficar facilmente sobre-estimulados e saturados. Irá reparar que o bebé chora mais do que o habitual depois de passar um feriado com muitos familiares adoráveis ou que, no final de cada dia, tem momentos em que parece chorar sem motivo nenhum. Os recém-nascidos têm dificuldade em processar todos os estímulos que recebem – as luzes, os ruídos, passar de colo em colo – e podem sentir-se muito confusos com tanta actividade. O choro é uma forma de dizer, "Chega!" E isso acontece normalmente quando o bebé fica cansado. Leve-o para um local sossegado e deixe-o descontrair durante um bocado e depois veja se o consegue adormecer.

Não se sente bem
Se tiver acabado de dar de mamar e tiver verificado se o bebé está confortável (pode estar incomodado com coisas tão simples como um cabelo à volta de um dedo do pé ou uma etiqueta da roupa que faz comichão), mas continua a chorar, tente ver a temperatura para ter a certeza de que não está doente. O choro de um bebé doente é normalmente diferente do choro de fome ou de frustração, e em breve saberá quando “há algo de errado” no choro do bebé e que será preciso levá-lo ao médico.

Nenhuma das situações anteriores
Às vezes é possível que não consiga descobrir o que se passa. Muitos recém-nascidos passam por períodos de agitação e não são facilmente consoláveis. Estes períodos de agitação podem consistir nalguns minutos de choro ou violentos choros de cólicas. As cólicas caracterizam-se por um choro inconsolável durante pelo menos três horas por dia e pelo menos três dias por semana. Mesmo que o bebé não chore muito, estes episódios podem ser difíceis para si. Quando tudo o mais falhar, tente as sugestões apresentadas em seguida.

Não consigo perceber porque está a chorar. O que devo fazer?
Embrulhe-o e abrace-o
Os recém-nascidos gostam de se sentir tão quentes e seguros como no útero, por isso tente envolver o bebé numa manta, embalando-o ou segurando-o contra o seu ombro. Mas tenha em atenção que alguns bebés não gostam de se sentir apertados ou confinados e reagem melhor a outras formas de reconforto, como movimentos ritmados ou chuchar numa
chupeta.Deixe-o ouvir o ritmo
Os bebés estão habituados ao som do seu coração; este é outro motivo para gostarem tanto de estar ao colo encostados contra o peito. Pode também tentar colocar música suave, cantar uma canção de embalar.Ponha-o mexer
Às vezes, o simples movimento de transportar o bebé é o suficiente para o acalmar. Noutras situações, pode ajudar embalá-lo suavemente numa cadeira ou baloiço. Pode também levá-lo a passear na rua na cadeira ou a dar uma volta de carro.Faça massagens
A maioria dos bebés adora ser tocado, por isso uma
massagem pode ser precisamente o ideal para acalmar o bebé. Não se preocupe se não conhecer os movimentos perfeitos – desde que sejam suaves e lentos, deverão ser suficientes para reconfortá-lo. Além disso, tente esfregar as costas ou a barriga do bebé, já que isso o ajuda se tiver dores causadas por gases – que podem ser o problema de alguns bebés com cólicas.Dê-lhe alguma coisa para chuchar
Mesmo que não esteja com fome, a sucção pode estabilizar a frequência cardíaca do bebé, descontrair o estômago e acalmar os seus membros agitados. Dê-lhe uma chupeta ou um dedo a que se possa agarrar e leve-o a passear.
Cuide de si própria
Nenhum bebé alguma vez morreu a chorar, mas um bebé chorão pode constituir um grande stress para quem acaba de ser pai ou mãe. A
privação de sono é permanente e podem até sentir-se inseguros sobre a sua capacidade de tomar conta deste bebé. As emoções da mãe estão ao rubro devido às alterações hormonais que está a atravessar. O pai pode não ter a certeza do papel que tem a desempenhar nos cuidados ao recém-nascido e se alguma vez terá novamente a atenção da mulher. Se acrescentarmos um bebé aos gritos a este cenário, muitos pais poderão ser invadidos por uma sensação de incompetência.
Sabendo que satisfez as necessidades do bebé e que já tentou acalmá-lo, mas que continua a chorar, chegou a hora de tomar conta de si, para que não fique demasiado exasperada:
• Pouse o bebé num local seguro e deixe-o chorar durante algum tempo.
• Telefone a um amigo ou familiar e peça conselhos.
• Faça uma pausa e peça a alguém para assumir a tarefa.
• Ponha uma música calma e distraia-se.
• Inspire profundamente.
• Lembre-se de que está tudo bem com o seu bebé e que chorar não lhe faz mal – se calhar só precisa de libertar o stress dessa forma.
• Repita para si mesma “Ela vai acabar por superar esta fase".
• O que quer que faça, não descarregue a sua frustração no bebé, abanando-o.
Felizmente, os bebés (e os pais) têm uma grande capacidade de recuperação e, de alguma forma, conseguem superar mesmo os episódios mais difíceis. Ganhe coragem com a ideia de que, quando tiver 8 a 12 semanas, o bebé já conseguirá acalmar-se melhor sozinho e grande parte de todo este choro irá terminar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

As modas de antigamente

EU QUERO DE TODAS AS CORES E FEITIOS!!!!



A dúvida que me atormenta ;)


Menina, Menino, Menina,Menino...
A dúvida permanece!
Queria comprar roupinhas, começar a pensar no quarto (vamos fingir que ainda não o fiz, e para ambas as opções!), e escolher o nome... MAS...
Ainda não sei o que és!
Quais são as vantagens e desvantagens de ter Menino ou Menina?
É sabido que por norma, as meninas são mais ligadas aos Papás, e os meninos às Mamãs... mas será só isso?!?
Não me parece!
Tias, qual é a vossa opinião? (Noitadas, namorados, hihihihi)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Caranguejo ou Leão?




CARANGUEJO
Lembre-se sobretudo disto e todos os dias, a criança nativa de Caranguejo muda de humor e de boa disposição como você lhe muda de camisola. Este mundo será completamente novo mas também extremamente estranho para ele. Ele sentirá algum receio a dar os seus primeiros passos, terá que para isso ajudá-lo e incentivá-lo. A infância fica marcada num nativo de Caranguejo, os sabores, os cheiros, a terra natal, as canções, os primeiros brinquedos, serão coisas muito importantes e retidas na memória de um Caranguejo de forma consciente ou inconsciente. Mesmo quando for velho, recordará sempre a sua infância com nostalgia, por isso é extremamente importante para um bebé Caranguejo a qualidade da informação que lhe é transmitida. É desse factor que vai depender o seu optimismo perante a vida e também a sua capacidade de encarar o seu futuro com sucesso. Se o deseja contrariar deve fazê-lo de forma clara e explicada, para que ele possa compreender com facilidade e não sofra traumas.É um autentico gravador com uma capacidade de armazenar todo o tipo de informações. Desde que se levanta até que se deita ele regista minuciosamente tudo que cheira, vê e ouve. Aprenda a ler nos seus olhos, pois o Caranguejo pode dissimular todas as suas emoções mas os olhos nunca mentem. Como criança será fácil de disciplinar e atenta aos seus conselhos. Pode no entanto na sua adolescência ter algumas atribulações mas nada que não seja só fruto da idade. Emocionalmente é extremamente afectivo e pode facilmente amuar. Quando tal acontecer deverá ter uma atitude firme para que desde muito cedo ele possa distinguir que as pessoas que o amam não têm como única forma de comunicação os beijos e os carinhos, mas também os conselhos que lhe possam dar. Muito dado, nas suas brincadeiras ele constrói desde muito cedo um mundo imaginário que o faz criar à sua volta amigos invisíveis. Através desta característica ele desenvolve a sua imaginação e originalidade.Se estiver bem atento à sua educação, verá que o nativo de Caranguejo é dotado desde muito cedo, para uma predisposição aos dons artísticos sejam eles em que área forem. Extremamente sensível ele poderá mesmo captar as energias de alguém que se aproxime dele. Ele sentirá no seus instinto profundo quem se aproxima dele por bem ou por mal. São raros os nativos de Caranguejo desprendidos das suas raízes e das suas famílias.Pessoas Famosas: Júlio Cesar, Louis Armstrong, Gina Lollobrigida.


LEÃO
A criança nativa do signo de Leão tem um áurea muito especial à volta dela que se transmite através da sua alegria e das suas brincadeiras. Precisa de um trato muito cuidadoso. Por ser cheia de si em excesso e embora seu espirito não deva nunca ser dobrado, precisa de orientação. É divertida na sua maneira de estar quando as suas vontades são feitas e quando ela consegue ser líder dentro dessas mesmas brincadeiras. Deve-se deixar claro que esplêndida como sem dúvida é, ela não é a única criança do mundo, nem a mais inteligente. Se for contrariada, terá tendência para um certo mutismo o que poderá causar algumas dificuldades de comunicação. Ela é em todo o seu esplendor extremamente instintiva e pode reagir de uma forma algo agressiva.As críticas devem lhe ser expressas com cuidado, pois se o seu entusiasmo for refreado, ela pode não se sentir muito ávida em tentar de novo. Se se mostrar satisfeita sem ter feito um esforço adequado, é melhor mostrar-lhe como melhorar ao invés de simplesmente censurá-la. Também deve ser ensinada a não ser mandona, já que excesso de liberdade nessa direcção pode levar à pomposidade no futuro. Estão longe de ser uns perfeitos santinhos. São extremamente generosos e partilham facilmente os seus objectos e brinquedos se lhe forem concedidas as suas vontades. Desde muito cedo verá que o bebé Leão terá como que uma espécie de porte real. Ele domina e observa todo o mundo ao seu redor no sentido de captar, aprender e digerir todas as informações que lhe possam ser úteis na sua evolução.A criança Leão permite que os outros a possam lisonjear e acariciar quando ela quer, caso contrário ela vai detestar todos os excessos de manifestações afectuosas. Deverá promover desde a mais pequena idade uma actividade desportiva para o seu pequenino Leão. Ele necessita de extravasar todos os excessos de energia acumulados. São excelentes alunos extremamente perspicazes. Gostam de aprender para mais tarde poderem explicar aos outros, adoram falar e transmitir conhecimentos. Uma criança Leão só será um mau aluno se não lhe incutirem autodisciplina e o gosto pelo trabalho.Pessoas Famosas: Mick jagger, Neil Armstrong, Napoleão, Alfred Hitchcock.




Tudo indica que serás Leão (à semelhança do teu papá), mas ainda está em aberto... Será mesmo no final de Julho?!?