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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Na semana passada...

Na semana passada, o Martim dormiu uma noite em casa dos Avós.
Situação normal, porque como já expliquei faço questão que os meus
Pais sejam uma referência na Infância e na Educação dele.

Quando o fui buscar,no dia seguinte, soltou um enorme sorriso seguido de um "mamã",
enquanto corria para mim e me dava um grande Abraço.
Ele, nunca vai perceber o quanto aquele gesto me engrandeceu a alma.
O tanto que me contive, para não soltar [mais] umas lágrimas à  frente dele.
Na sua inocência e genuidade, consolou-me sem saber.

Na semana passada, o Martim dormiu uma noite em casa dos Avós, porque um Amigo meu morreu.
Não é uma situação normal, porque por muito que me expliquem a morte, nunca a vou entender.

Não vou entender como há pouco mais de uma semana jantavamos,
e ele me dizia o quanto tinha orgulho na sua filha...
o tanto que tinha projectos/vontades/desejos para cumprir!
Não vou entender como podem uns Pais perder um Filho.
Como pode uma irmã, ficar filha única.
Como pode uma mulher , em segundos tornar-se viúva.
Mas o que nunca vou conseguir entender, é uma Criança ficar Orfã.

A vida ensina-nos a não dar nada por garantido, que a qualquer altura,
num segundo ,a nossa realidade pode mudar drasticamente.

O mesmo mundo que nos dá as maiores alegrias, trai-nos com as piores tristezas.

A Ana não me sai da cabeça.
Aos 6 anos não é justo que isto lhe aconteça.

Por isso resigno-me.
Revolto-me.
Se já teria idade/maturidade para entender e aceitar,
percebo que se eu não o consigo fazer, talvez ela nunca o faça.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Isto de ser mãe...

Na próxima semana e pela primeira vez, vou estar 5 dias e 4 noites longe do Martim.
Não o vou ver durante 120 horas!
Estou muito entusiasmada com a Viagem, e com tudo o que me vai proporcionar,
mas o meu coração fica [mais] pequeno quando penso que estarei longe.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ele há cada uma...

Esta manhã fui mostrar uns exames ao médico.
Enquanto aguardava, na sala de espera, estava uma mãe com o seu filho,
pouco maior que o Martim.
O miudo estava irrequieto
 (também eu estaria se com pouco mais de 1 ano, me levassem às 8h da manhã para um Hospital!),
corria, gritava, mexia em tudo o que lhe estava à mão...
A mãe lá ía dizendo: "Tomás, está quieto!"
E a história repetiu-se durante uns largos minutos.
Até que o "Tomás" descobriu o caixote do lixo, e vai de tirar o lixo todo para fora. (blherc!)
A mãe, que me pareceu uma pessoa pouco tolerante e impaciente,
vai de levantar a mão e dá-lhe uma valente bofetada na CARA.
Chamem-me o que quiserem, mas bater numa criança de pouco mais de 1 ano?!?
Fiquei possessa!
Felizmente chamaram-me logo, porque já tinha "baixado em mim" a boa samaritana,
e estava prestes a dizer um ou duas verdades aquela "senhora"!

domingo, 19 de setembro de 2010

Hoje.

Sobre isto
Por vezes, demoramos muito tempo para perceber o que é realmente importante.
E quando percebemos, não o valorizamos o suficiente.
Hoje é dia de pensar na Vida...
E perceber que estamos cá todos e cada um com uma missão.
A minha hoje é de sorrir, não por mim, mas por quem me acompanha.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Se te pudesse dar uma luva...

Martim - 1 semana

As mãos dele têm crescido tanto...
O punho ,em tempos fechado, que timidamente se preservava do desconhecido,
e apertava um dedo, com a força de quem teme o mundo...
É hoje uma mão sempre aberta, pronta a agarrar a vida e disposta
a encher-se de areia, de água, de terra e de feridas,
que destas descobertas podem advir.
E eu, fico pequenina, só de pensar que nem sempre poderei
estar a seu lado,nem poderei dar-lhe eternamente o meu dedo para se proteger da Vida.

post agendado

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Desta água (acho que) não beberei!

A maternidade continua a fazer das suas!
(e estes nem são maus, foram "decorados"!)

"Ah e tal, e as mãzinhas que andam com fotos dos rebentos como fundo no telemóvel?"
'been there, done that!
"Ah e tal, e as mãezinhas cujos toques no telemóvel são os filhos a rir/cantar/wharever?"
'been there, done that!
"Ah e tal, e as mãezinhas que levam fotos para almoços com as amigas?"
 'been there, done that!
"Ah e tal, e as mãezinhas que guardam o cordão umbilical, e madeixas de cabelo?"
 'been there, done that! (com diploma e tudo!)
(respiro muito fundo e procuro um buraco!)

Mas, ah e tal e as mãezinhas que andam com os dentes dos filhos
num brinco-pendente-pavoroso?!?
(Groooooooss!)
post agendado

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

E é assim.

E se há um tempo, em que nada tememos, por pura imaturidade e vontade de desbravar o mundo...
Outro há, em que ansiamos mais pelos outros, que por nós.
É assim que ando.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Senhor televisão!

Há cenários de verdadeiro horror, aos quais tento, a tudo o custo, virar a cara.
Raptos,violações,abusos e morte precoce, são algumas das palavras que ,
por si só, isoladas, me causam agonia.
Pedófilos para mim, são pessoas doentes, preversos,
que não merecem perdão,
só:prisão!
Neste espaço, relato as coisas boas que a vida nos tem dado...
A vinda do meu menino-do-mar e as suas conquistas!
Sei que a seu tempo, também ele terá de descobrir que a vida não é feita só de coisas boas,
e que infelizmente há um lado menos bonito que espero a todo-o-custo que nunca  chegue a conhecer.
Hoje, estou triste.
É verdade.
Quem já me vai acompanhando por aqui, sabe que não sou dada a este tipo de desabafos polémicos,
mas os meus pais ensinaram-me a defender aquilo em que acredito.
E contra a justiça portuguesa, e contra o mar de vozes que se levantaram,
vou partilhar a minha humilde, mas sincera opinião!
Conheço bem e de perto "crianças" agora homens, que cresceram na Casa Pia,
e não são prostitutos, toxicodependentes, ladrões, nem bandidos.
Enveredaram pelo caminho mais dificil, mas o certo.
A minha mãe deu aulas nesta Instituição, e depois de muito remar contra a maré, desistiu.

Não considero crianças, adolescentes que se prostituem e consentem sexo em troca de dinheiro.
Não acredito em depoimentos de adolescentes que vendem o corpo por tuta e meia.
Acredito que existem vitimas, de facto, mas não as que aparecem sedentas de protagonismo.
Não acredito na justiça portuguesa, porque me é um mundo próximo, e conheço bem os meandros.
Hoje vi uma reportagem, à tarde, de uma alegada vitima, que me deixou chocada.
O "Zé" recebeu uma indeminização do estado que , segundo ele, "rebentou em drogas,álcool e prostitutas", acabando por ser preso no brasil com 108 bolotas de cocaína no estomâgo,
 local de onde era efectuada a resportagem.
Nos USA há muitos inocentes, que passam uma vida presos,
 e depois de morrerem é provada a sua inocência.
Prefiro um culpado solto, que um inocente preso (parafraseando um amigo meu).
E acreditem: as Cabalas existem.
É mais fácil destruir alguém, que estender-lhe a mão.

Todas as pessoas têm direito a manifestar a sua opinião.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Recadinho!

O mundo, é de facto uma tiny-litle ervilha!
Prova disso, são as pessoas que vêm a este cantinho,
e que sem pedir licença(!) acabam por fazer parte do nosso mundo! :)
Ainda bem que assim tem sido, porque pelo caminho, temos tido muitas e boas surpresas!
Infelizmente nem sempre é assim... e há pessoas que por portas-travessas cá vêm e vieram parar,
 e "usam" os testemunhos de uma mãe para o seu filho, em benefício próprio.
Isso mesmo!
Pessoas que utilizam informações que aqui lêm para tentar... tirar nabos da pucara, ou nem sei bem o quê!
Quando as pessoas não querem ter contacto com outras, o que fazem?
Fecham portas.
A mim sempre me ensinaram que nunca se deve fechar uma porta, mas há alturas em que temos de o fazer...
Porquê insistir em manter um vínculo com alguém que não nos interessa?
Fico perplexa por ver a insistência de pessoas que teimam em querer fazer parte da vida umas das outras,
quando uma das partes claramente manifesta não ter interesse.
Espero que o recado chegue a quem de direito!
E mais, que isso espero que deixe de utilizar este cantinho e a informação que nele lê
para se aproximar da minha família, quando já devia ter percebido que daqui não leva nada!
Get it?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A quem servir...

‎"A inveja é o tributo que a inferioridade faz ao mérito"

Bom dia...
Vou passar o dia com o meu "pequeno surfista"! :)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Uma década...

E faz hoje 10 anos que a borboleta partiu.
Gosto de pensar, que desde bebe,
quando o Martim
olha para o infinito e sorri, é a ela que vê!
*

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Sabrinas Encarnadas

Lembro-me de ser muito-mini-piti-pikinina e passar muito tempo em hospitais.
Ora com crises de asma sistemáticas (que de tão periódicas já era conhecida),
ora com surtos próprios da idade.
Recordo-me de à minha cabeceira, ter sempre 2 rostos: o meu Pai e a minha Mãe.
Que me davam a mão, afagavam o cabelo e me transmitiam calma,
quando eles próprios estavam com muito receio.

Tinha sensivelmente 6 anos quando me foi diagnosticada uma meningite linfocitária
 [com aquela idade pronunciava a patologia perfeitamente, e explicava o que era!]
 tardiamente, e depois de muita negligência médica.
Corri meio mundo de especialistas,
que não conseguiam decifrar o meu sistema imunitário e diziam que se tratava ,
apenas ,de excesso de mimo.
O excesso-de-mimo (como simpaticamente lhe chamaram),
meteu-me na Unidade Infecto-Contagiosa do Hospital D. Estefânia
durante mais de um mês, isolada, sem poder receber visitas.

Nos primeiros dias via os meus pais pelo vidro,
e só dias depois me começaram a visitar cheios de "batas e máscaras verdes".
Lembro-me de ouvir conversas entre enfermeiras e médicos,
 que entre-dentes diziam que eu não ía sobreviver.

Lembro-me de ver isso espelhado nos olhos dos meus pais,
que me sorriam,animavam e levavam presentes como-se-o-mundo-fosse-acabar.
Barriguitas, Pinypon's, Barbies... tudo novo!
Cada visita era uma surpresa diferente.

Achava todos aqueles presentes um exagero, mas só depois vim a perceber,
que tudo o que entrava naquela unidade, já não saía.


Lembro-me de chorar, muito, à noite,
sozinha e de pensar que ía morrer, mesmo sem perceber bem o que isso era.
Tinha os braços desfeitos... tanto, que as enfermeiras tinham dificuldade em arranjar pele para me administrarem injecções, de tanto catéter e medicação levar.
Da escola, vinham desenhos e postais dos colegas...

Um dia, e subitamente, sem que nada o fizesse prever, comecei a melhorar.
Do meu pediatra, guardo uma saudade e um carinho especiais,
que hoje sinto na Drª MLB (pediatra do Martim)...
de me ir visitar, de me dar a mão e dizer que logo, logo ía ficar boa!
(Há uns anos encontrei-o ,enquanto fazia voluntariado na Estefânia, e passados uns 10 anos da última vez que nos tinhamos visto, reconheceu-me logo!)

No dia em que tive alta... na sala de espera estava montada uma Festa:
Balões, roupa nova e sapatos novos.
Umas sabrinas encarnadas , que me lembro como se fosse hoje!
Os meus pais e a minha querida Tia Rosa (mãe da Carolina)...
Bem tentaram disfarçar, mas choraram que eu vi.

Anos depois os meus pais contaram-me que, na altura,
 lhes disseram para se preparem para o pior.
Há nome para quem perde os maridos (viúva),
para quem perde os pais (orfão),
mas existirá palavra para quem perde os filhos?!?

Há 3 noites que não durmo... também eu, sigo o exemplo dos meus Pais: seguro-lhe na mão e sorrio...
Essa foi ,sem dúvida, a maior lição de "parenting" que os meus pai me deram.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Momentum!

E ,sensivelmente, há 1 ano atrás, tornei eterna , por imagens,a gestação do Martim.

Às leitoras que nos têm deixado comentários
e enviado e-mails sobre este post e este, o meu muito obrigada!
Tenho descoberto gente magnífica, que finalmente saiu do anonimato! ;)
É bom saber que nos lêm, mas é extremamente gratificante sentir o vosso feedback.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ai se fosse comigo!

Hoje o Parquinho estava cheio de criançada.
Muitos colegios, que devem ter feito passeios com os meninos.
Crianças entre os 2 e os 5 anos ,presumo.
Enquanto brincava com o Martim, observava o comportamento das educadoras.
Fiquei em choque.
Desde miudos à chapada à sua frente, a criancinhas e atirarem-se (literalmente) dos escorregas, vi de tudo um pouco.
O que me chocou verdadeiramente foi assistir à "formação do comboio" para irem embora.
Alguns dos miudos mostraram-se menos receptivos à partida (claro, a brincadeira estava óptima) e uma das educadoras foi buscá-los com uma agressividade que me pos os nervos em franja.
Pegou nos miudos pelo braço, com uma força tamanha que eles começaram logo a chorar... e não se ficou por aí: desatou aos gritos com eles, com ameaças.
Percebo que não deve ser fácil "gerir" tanta criançada junta, mas há outras formas de os levar...
Será que os Pais daqueles meninos sabem que são tratados assim?
E vim com esta questão para casa.
Se algum dia eu visse uma educadora tratar assim o meu filho,
 o mais certo era eu própria "acertar-lhe o passo"!!!  )

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"Como é que é o ballet?"

Assim, invariavelmente, começam os nossos telefonemas.
Da mesma forma incondicional com que se pode contar com um irmão, eu conto com ele, e vice-versa.
Talvez por sermos os dois filhos únicos, talvez por termos "crescido" juntos, esta ligação está sempre lá.
E agora, mais que nunca.
Quero que ele saiba que estou aqui sempre, para tudo.
Há batalhas que se vencem, e acredito que esta será uma delas.
Tenho a certeza.

(isto não anda fácil!)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Introspecção

Quando um filho nasce a nossa vida muda.
Um dia ,lembro-me de dizer que o meu coração tinha deixado de bater no meu peito,
e fora o dramatismo é isso mesmo.
O nosso quotidiano sofre alterações radicais, bem como a nossa vida social.
Nos últimos tempos tenho notado que tudo aquilo que era para mim normal, deixou de o ser.
O meu telemóvel já não toca a toda a hora, os sms tardios acabaram, bem como alguns convites.
Com o passar do tempo os "amigos" foram desaparecendo ,mas os "verdadeiros" foram ficando.
Deixei de ser a miuda-sempre-pronta-para-a-paródia e passei a ser a miuda-que-tem-um-filho.
Tenho sim senhor(a).
Somos sempre reticentes às mudanças, quer sejam boas ou más... e eu não fui excepção.
Confesso que os primeiros tempos foram de maior apreensão... em jeito de :
 "então agora morri para a vida?!?"
Quase 1 ano depois, posso dizer que foi a melhor coisa que me podia ter acontecido.
Tudo o que o Martim me dá, suprime o (tanto) que fui perdendo.
Se sinto falta de sair do trabalho e pegar-na-mala-e-ir-onde-me-apetecer-jantar-beber-copos-e-espairecer? Sinto.
Se tenho saudades de estar com os meus amigos sem horários e preocupações?Tenho.
Mas tenho um Filho!
Tenho um Amor Incondicional para a vida.
Tenho alguém que me aceita como sou, que me olha nos olhos e sorri, que a primeira coisa que faz ao acordar é procurar-me, que me brinda a cada conquista com uma gargalhada.
Tenho alguém para quem sou o seu "mundo", e que indiscutivelmente é o meu.
Tenho uma tela em branco para pintar, que a cada dia vai ganhando cor.
E isso é tudo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Avós Especiais!

Talvez porque a Natureza , muito cedo me privou dos meus,
para mim os Avôs são uma "figura" de extrema importância na vida e educação de qualquer criança.
Eu tinha apenas 3 dias quando a minha avó paterna faleceu.
Tinha 3 anos, quando o meu avô materno partiu.
E em menos de 10 anos vi-me "orfã" de Avós.
De todos, e aqui faço o mea culpa, houve um que me marcou profundamente... pela sua simplicidade e doçura. O meu avô António (paterno). Tinha uns 15 anos quando ele faleceu, e foi terrível.
O meu primeiro contacto com a morte, e com a dura realidade de perder alguém.
Dias antes disse-me que no dia em partisse, o seu lindo-olho-azul ficaria para mim... (ainda não foi desta!)
Este pequeno apontamento para vos falar de uma avó especial.
Adorei conhecer este cantinho, e espero que não me leve a mal por partilhá-lo convosco!
(óptima dica, como sempre Sarah!)
A Mariana é uma bebe de sorte!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

P.S. da mãe!

Vamos fazer aqui um pequeno (grande) parenteses no blog do meu filho.
Escrevo apenas e somente porque a grande maioria das pessoas que nos acompanha,
são educadas e nos tratam com muito carinho.
Por isso e só por isso penso que lhes devo uma palavra.
A questão de privatizar ou não o Blogg deveu-se a vários factores.
Como nunca o fiz, não faço e não farei, não vou lavar roupa suja, e muito menos aqui.
Não sou assim. Os meus pais deram-me uma excelente educação e é por ela que me pauto.
Nunca recebi comentários desagradáveis neste cantinho, muito pelo contrário.
O único "sitio" onde isso possa, eventualmente, ter acontecido, foi no formspring, onde e anonimamente algumas questões, nem sempre revelam muita educação ou pertinência...
mas ainda assim publico e respondo.
Bom e Mau há em todo o lado, em todas as vertentes da nossa vida.
A Blogosfera não é excepção.
Os verdadeiros motivos vou guardá-los para mim e para quem os sabe.
Vamos continuar por cá e publicamente.
Não alimento polémicas, nem dou protagonismo a gente pobre de espírito.
A quem a carapuça servir, temos pena!
Ponto final.