segunda-feira, 6 de abril de 2009

Consulta das 25 semanas

Finalmente deixaste ver o coração! Mas foi só! :)
A médica nem deixou ver mais nada, seguimos logo para a consulta!
Gostei de tudo... ela podia ser um pouco mais simpática, mas é demasiado objectiva para isso... vai esboçando uns sorrisos, entre dentes, mas o que realmente interessa e se nota de imediato, é que é extremamente profissional.
Fiquei de enviar as análises por fax, quando receber os resultados...
Examinou-me e a ferida no colo continua cá, pelo que nos próximos dias vou fazer um pequeno tratamento (nada assustador! simples) para evitar infecções para o bebe.
Diz que o Martim é timido, gosta de estar enrosacado, e que não é defeito, é feitio! ;)
No geral correu bem.
Devia ter ido para médica... 40 minutos, uma citologia e consulta - UM BALURDIO!
Já fui à Farmácia comprar as coisas que me receitou.
Comer de 2 em 2 horas? Va ter de começar a ser... :)
Próxima consulta: 4 de Maio- 29/30 semanas

Mortais na Barriga!

O Martim hoje está imparável!
Coloco a mão na barriga e até por fora sinto os movimentos! Wowwwww!

'Tadinhos!




Chucha: Sim ou Não

Os bebés não gostam da chucha.
É difícil de acreditar que um bebé nasça a gostar de ter na boca um objecto de borracha, frio e pouco maleável. No mundo perfeito dos bebés a mama da mãe estaria sempre disponível e os bebés seriam felizes a dobrar: teriam comida 'a la carte' e afecto à discrição. Mas, no mundo ideal dos adultos, as mães não podem ser apenas uma mama gigante. Resta aos recém-nascidos contentarem-se com uma imitação.
O reflexo da sucção é algo inato e muitos bebés já chucham no dedo dentro na barriga da mãe. Cá fora, basta tocar-lhes na boca ou na bochecha para que, imediatamente, se transformem em 'peixinhos dentro de água', abrindo e fechando a boca em movimentos contínuos. À falta de melhor, os recém-nascidos começam a levar os dedos à boca, uma acção que, de início, pode revelar-se complicada para quem mal controla os movimentos das mãos. Por isso, a maior parte dos bebés aceita de bom grado quando os pais lhe oferecem a chupeta. Finalmente têm algo para satisfazer o seu reflexo instintivo. Os pais respiram de alívio porque, finalmente, vêem o seu filho quieto e calado. Outros bebés, mais determinados, recusam a chucha enquanto podem. Mas os pais, também obstinados, experimentam todas as formas e feitios até acabarem por convencer os seus filhos de que precisam mesmo da chupeta.
Isso mesmo testemunha Elisabete Santos, enfermeira especialista em saúde materna e formadora em aleitamento materno no Hospital Garcia de Orta. «A primeira vez que se dá uma chupeta ao bebé, ele cospe-a imediatamente, porque é algo que não lhe pertence. Mas os pais insistem e acaba por vencer o mais forte.»
Hospitais livres de chuchas Na maternidade do Garcia de Orta, tal como em todos os Hospitais Amigos dos Bebés, não entram chuchas. Esta é uma das medidas indicadas pela OMS/UNICEF para que se considere que um hospital tem uma prática de protecção do aleitamento materno.
Segundo vários estudos, os bebés que começam a usar chupeta logo à nascença têm tendência para mamar menos. Isto acontece porque a chupeta e a mama exigem modos de sucção diferentes. Assim, se um bebé se habitua a chuchar na chupeta pode atrapalhar-se quando tem a mama na boca e, por isso, não conseguir retirar o leite. Por outro lado, um bebé que está sempre com a chupeta na boca está tão entretido que pede mama menos vezes. Apesar de no Garcia de Orta não existirem chupetas, muitos pais chegam à maternidade apetrechados com vários modelos. «Se os pais trouxerem uma chupeta, dizemos-lhes os possíveis efeitos da sua introdução precoce. Mas não proibimos. Ensinamos, aconselhamos e orientamos. Os pais, depois, tomam as suas decisões», conta Elisabete Santos, explicando que a maior parte dos pais entende e aceita o conselho dos enfermeiros. Pelo menos enquanto estão na maternidade.
Em casa, não haverá pai ou mãe que resista à tentação de oferecer uma chucha ao bebé, na esperança de o sossegar. «A chupeta tranquiliza o bebé e, por isso, serve de tranquilizante para os pais. Numa fase de iniciação é a forma mais fácil de acalmar o bebé. Mas deve ser utilizada como último recurso», afirma.
No Garcia de Orta, os enfermeiros ensinam os pais a interpretar os diferentes tipos de choro do bebé - fome, colo, frio ou calor, etc. - e a agir conforme a situação. A chucha, obviamente, não está indicada para resolver nenhum tipo de choro.
«A chupeta deve ser reservada para o vértice da pirâmide», escreve o pediatra Mário Cordeiro no «O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros). «Se um bebé chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou colmatar a resolução do problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista», critica, provocando os pais que insistem no consolo de borracha: «Idealmente as chuchas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Se calhar quem deveria até ter uma chupeta eram os pais!» Chucha ou dedo, a eterna questão Apesar de não ser contra a chupeta, Berry Brazelton, guru da pediatria, prefere a solução «chuchar no dedo», por ser mais prática, tanto para os pais como para o bebé. «Alguns bebés precisam mesmo da chucha para sossegar. São crianças que não conseguem ou não gostam de chuchar no dedo. Mas isso seria preferível, já que o dedo está sempre a jeito! Muitos bebés necessitam de algo que os ajude a relaxar. Quando conseguem esse auto-conforto, tornam-se mais fáceis de criar», escreve no «O Grande Livro da Criança» (Editorial Presença).
Esta alternativa, segundo o pediatra, acaba também por facilitar a vida aos pais, já que não têm de estar sempre com a preocupação de colocar a chupeta na boca do bebé (principalmente durante a noite), uma vez que ele aprende a auto-consolar-se. «O polegar está sempre disponível», sublinha.
Opinião diferente tem Rosa Gouveia, presidente da secção de Pediatria do Desenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Pediatria: «Quando os bebés não têm chupeta, chucham no dedo, o que é prejudicial para o desenvolvimento dos seus maxilares, levando a uma má oclusão dentária. Para além disso, é mais fácil usar a chucha só para dormir e, mais tarde, deixar a chucha, do que deixar o dedo». Num ponto todos os especialistas parecem estar de acordo: bebés constantemente de chupeta na boca, à semelhança da Maggie Simpson, só devem mesmo existir em desenhos-animados. «As chuchas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como 'olha' para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar a chupeta ou, se ele a tiver na boca dever-se-á retirá-la. A chupeta deve ser, realmente, o último recurso», afirma Mário Cordeiro. Para Rosa Gouveia, a chupeta pode ser útil para o bebé «dormir e adquirir autonomia relativamente ao sono e em situações de irritabilidade». No entanto, a pediatra lembra que, «embora tenha vantagem para o bebé, pelo papel calmante de sucção, a chupeta não substitui o papel dos pais».
Mais crítica ainda, Elisabete Santos põe em causa a utilidade de algo que é «contra-natura» para o bebé. «Será mesmo que precisam da chucha?», questiona. E quando os pais lhe fazem a mesma pergunta, a resposta, em jeito de brincadeira, já está estudada: «Se os bebés precisassem mesmo de chucha, já nasciam com ela.»
A favor: . Reduz o risco de morte súbita. Vários estudos relacionaram o uso de chupeta para dormir com uma diminuição do risco de morte súbita nos bebés. . Acalma. A chucha acalma o bebé nas situações em que os pais não podem responder imediatamente. . Induz o sono. O movimento de sucção ajuda o bebé a adormecer mais rapidamente.
Contra: . Favorece o aparecimento de otites. Estudos recentes demonstraram que as otites do ouvido médio são mais frequentes nos bebés que usam chupeta continuamente. . Pode atrasar o desenvolvimento da linguagem. Um bebé que está sempre com a chucha na boca vocaliza e palra menos. A partir dos 12 meses, se a criança continua a ter sempre a chupeta na boca, poderá ter mais dificuldade na aquisição da linguagem. . Provoca dependência. São bem conhecidos os dramas vividos por pais e crianças na altura de dizer adeus à chupeta. . Pode provocar deformação dentária. O risco aumenta se o hábito se prolongar para além dos 2 anos. . Interfere com a amamentação.
Truques para deixar a chupeta: Tente que a criança comece a usar a chupeta apenas para adormecer, reduzindo aos poucos a dependência. . Comece a preparar psicologicamente a criança para o adeus à chucha. Diga-lhe que já está a ficar crescida e que, por isso, já não precisa. Evite frases do género: «Ainda usas chupeta, és mesmo bebé». . Use a chupeta como moeda de troca para aquele brinquedo que o seu filho lhe anda a pedir

Hoje é dia de Consulta!

Às 20h...

Surpresaaaa!

domingo, 5 de abril de 2009

Depois das Fotos do quarto: As gavetinhas e Roupeiro!





A esta hora estou a ser mais que gozada por muitas amigas... no que eu me tornei! AHAHAHAHAH - Lindo! ;)

Finalmente: O Quarto do Princípe! :)













Para satisfazer a curiosidade da maioria das Tias!
A ter em atenção:
-As fotos tornam as cores bastante mais escuras do que são na realidade.
-O papel de parede é azul, verde, branco e prata (apesar de parecerem outras cores)
-Ainda faltam alguns apontamentos: os estores,o trocador (ando à procura de um liso azul!), o cestinho dos produtos de higiéne, entre outras coisinhas!
Gostam?

Ci(r)c(u)los da Vida!


Não resisiti!
A minha barriga é uma bola de futebol! :)
25 semanas!

Operação Quarto do Martim

Feito!
Faltam alguns apontamentos de decoração, mas o essencial está lá! :)
Dou comigo lá dentro a olhar para os mais pequenos pormenores e a imaginar o quanto quero que sejas feliz lá! :)
Happy Days.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sempre em Festa! :)

A Pedido de muitas famílias:
É este o nome da loja onde se podem escolher padrões e personalizar vários artigos para os nossos bebés!
Desde miuda que usei o material escolar deles (dossiers, estojos, capas) e resolvi dar continuidade por mais uma geração!
Hoje fui finalmente buscar a malinha de viagem/maternidade!
Em suma , temos:
Malinha de viagem/Maternidade
Saco de Rua
Necessaire
Guarda-Chucha
Porta-Documentos
Saquinhos de Roupa
Babete

São um mimo, não são?

;)


quinta-feira, 2 de abril de 2009

O Pequeno Mundo do Martim - Quarto


O Pequeno Mundo do Martim vai ganhando cor e forma.
Hoje o Papá montou as mobilias todas! :)
Eu comecei a organizar as gavetinhas e o roupeiro!
O quarto está a ficar lindo (modéstia à parte).
Dou por mim a imaginar.. olho para o Berço e já te imagino a sonhar...
Estamos a esmerar-nos para que fique tudo perfeitinho!
Eu sou super-exigente. ;)
O teu Papá anda farto de trabalhar... mas a recompensa maior é ver o resultado!

Estou feliz, muito feliz!

Picadas & Análises

Estou atordoada...
Bolas!
Ainda não são 11h da manhã e já me tiraram 50l de sangue...
Martim, mais um mês sem playstation.
Esta manhã, eram 8h30 já fazia as análises de rotina e o temido teste do Diabetes Gestacional.
Bebe-se um liquido com aroma a limão docérrimo, horrível (e ainda é um frasco de tamanho jeitoso!) e aguarda-se uma hora para tirar sangue novamente.
Estou hiper mal-disposta... Bhuuuuuu.
Vou ali e já venho! ;)

Que canseira!

Os últimos dias têm sido de doidos...
Mudanças, arrumações, pinturas...
A barriga começa a dificultar e muito as ordens de trabalho! ;)
Não há meio de ver o fim!
SOCORRO!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Mudanças


Esta casa está virada do avesso!
Sacos e sacos de roupa, colchões, mobilias...
Quantas mudanças!
Martim a quanto obrigas!
Só me apetece bater com a porta, estalar os dedos, voltar a abrir, e magicamente encontrar tudo no sitio, a brilhar!
Onde andam os 7 anões???
Alguém os viu?

HELLLLLLLP!

terça-feira, 31 de março de 2009

Rituals


Já temos mais um ritual.
Ontem compramos a Tartaruga (que ainda não tem nome) mas dá música.
Puxamos o fio, afastando a cria e ela lentamente, enquanto o som toca, traz de volta a sua mini turtle ao coração... é girissimo.
Tenho encostado a mãe tartaruga à barriga, na esperança de quando nasceres reconheceres o som...
Dizem que te acalmará, porque te lembrará o ventre da Mamã.
Pelo si, pelo não: fazemos tudo! ;)

Aparência de um bebe de 24 semanas


24 Semaninhas

Parabéns a Nós!
Hoje fazemos 24 semanas... segundo informações que recolhi, se nascesses agora (nem pensar!) tinhas 80% de hipóteses de sobrevivência.